Para vos aguçar o apetite para o Passatempo "A Hora Secreta" de Scott Westerfeld, aqui fica o vídeo desta nova trilogia que já está a ser editada pela Vogais & Companhia:
Tralhas novo blog
Há 4 semanas

Uma obra sistemática e esclarecedora sobre as raízes do fenómeno bélico, os fundamentos da conflitualidade e as relações entre a política e a guerra. Sem dúvida, um manual de referência no domínio da Teoria Política da Conflitualidade, indispensável para as áreas da Ciência Política, Relações Internacionais e Sociologia dos Conflitos. Para os que se interessam por este tema, é um documento actual e revelador. Para os que estudam estas matérias, é uma ferramenta de consulta e aprofundamento de conhecimentos. Para os que leccionam nestas áreas, é um poderoso instrumento de apoio. Um precioso contributo para a compreensão deste domínio complexo e labiríntico. SOBRE O AUTOR: Vinício de Sousa. Licenciado em Ciências Militares pela Academia Militar. Coronel (ramo Exército, reformado). licenciado em Ciências Sociais e Políticas pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Mestre em Ciência Política pela Universidade Técnica de Lisboa. Doutorado em Teoria Política pela Universidade Nova de Lisboa. “Ninguém conhece melhor o amo que o seu criado de quarto.” Henrique Galvão recorria frequentemente a esta ideia para, de forma alegórica ― considerando ter sido «criado de quarto de Salazar» ―, significar que, por ter servido intimamente o ditador e o regime, ninguém os conhecia melhor do que ele. E de facto, esta Carta Aberta a Salazar é uma das mais brilhantes análises, a que podemos ter acesso, da ideologia salazarista e da personalidade do ditador, por um lado, e, por outro, dos resultados obtidos pelo Estado Novo ― a sua «verdadeira obra» ― nos planos social e económico. As três primeiras edições deste livro, de 1959, foram apreendidas pela PIDE quase à saída da máquina. Uma nova edição surgiu na Venezuela, em 1960, e entrou clandestinamente em Portugal ― também desta, poucos foram os exemplares que escaparam às garras da polícia política. A edição que agora fica disponível não vai ter, naturalmente, o mesmo destino! Uma crítica acutilante e demolidora, saída da pena do Capitão dos Impossíveis. SOBRE O AUTOR: Henrique Galvão (Barreiro, 1885 – São Paulo, 1970). Concluiu os cursos da Escola Militar, da Escola Politécnica e da Escola Joinville-le-Pont, em França. Foi apoiante de Sidónio Pais e um dos cadetes que em 28 de Maio de 1926 participou no pronunciamento militar de cariz nacionalista que pôs termo à Primeira República e que estaria na origem da implantação do Estado Novo. Foi Director da Emissora Nacional, Inspector Superior da Administração Colonial e Governador de Huíla, em Angola. Já como deputado por Angola, denunciou com veemência a corrupção existente na administração colonial. No início dos anos cinquenta, desiludido com o regime salazarista, entrou em rota de colisão com o Estado Novo e conspirou com outros militares, tendo sido preso e expulso do Exército. A partir desta altura, afirmou-se como um dos principais lutadores pela liberdade. Com Humberto Delgado, foi uma das figuras mais populares nos meios oposicionistas. Entre 1952 e 1958 passou pelas cadeias de Peniche, Penitenciária de Lisboa e Caxias. Em 1959 protagonizou uma das mais espectaculares fugas de um preso político ― estava hospitalizado, mas ao mesmo tempo detido pela PIDE, no Hospital de Santa Maria ―, refugiando-se na embaixada da Argentina. Em 1961 liderou o assalto ao paquete «Santa Maria» ― o primeiro desvio de um navio de passageiros com fins políticos alguma vez registado. No mesmo ano, tomou parte no apresamento de um avião da TAP que fazia a linha Casablanca-Lisboa. Autor de numerosos trabalhos sobre as colónias portuguesas e a sua fauna, assim como de vários romances, contos e peças teatrais, para além de marcantes documentos de contestação ao salazarismo. O GOVERNO DO MUNDO LIDERADO POR HOMENS FALIU! DÊEM UMA OPORTUNIDADE ÀS MULHERES! Este livro assume o desafio de conceber um Mundo Novo, um mundo que dê corpo à ideia do «Paraíso na Terra» ― o único paraíso racionalmente possível, segundo o autor ―, convocando a Mulher como o paradigma de uma liderança capaz de mudar a nossa atitude perante a vida e os outros. O que agora temos ― um mundo de violência, de guerra, de competição desenfreada, de corrupção, de ambições desmedidas e de desigualdades ― tem de dar lugar ao que devíamos ter: uma sociedade de fraternidade universal. POLÉMICAS E AUDACIOSAS, AS PROPOSTAS DO AUTOR LEVAM-NOS A REFLECTIR SOBRE A NECESSIDADE DE RECONVERTER AS SOCIEDADES ACTUAIS E DE QUESTIONAR A CREDIBILIDADE DOS PARAÍSOS OU INFERNOS PROMETIDOS PELAS RELIGIÕES. O LEITOR PODERÁ NÃO CONCORDAR, MAS NÃO FICARÁ INDIFERENTE! SOBRE O AUTOR: Francisco Domingues. Frequentou os cursos de Filosofia e Teologia dos Seminários. Licenciou-se em Filologia Românica pela Universidade Clássica de Lisboa. Tem ainda o curso de Ciências Pedagógicas e um curso de especialização em Educação (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa). É autor de vários manuais escolares para o ensino do Francês e professor do Ensino Básico e Secundário.


SOBRE O LIVRO: Felix qui potuit rerum cognoscere causas. A viagem é tida por alguns pensadores como um símbolo iniciático, um percurso da consciência até ao conhecimento, uma busca das próprias raízes. È exactamente através de uma viagem que O Menino Triste procura encontrar a explicação para algo que desconhece e que pensa ser a solução para algumas questões: A Essência da Arte. A Arte, nas suas mais diversas formas e suportes, tem motivado e fascinado o Homem ao longo de todo o seu percurso sobre este planeta azul. Maior fascínio ainda é conseguido quando um homem se questiona sobre a causa de determinada realidade, e então novos horizontes se abrem, novas descobertas são realizadas. Foi exactamente a busca pela causa de uma coisa – a Essência da Arte – que levou O Menino Triste a uma aventura repleta de referências artísticas, peripécias várias, beleza, e muita … Arte. As cidades de Coimbra e Veneza com alguns dos seus encantos, servem de cenário ao desenvolvimento do episódio que faz passar ante os olhos do leitor, inúmeras jóias arquitectónicas, sentimentos, sociedades secretas, beleza, códigos restritos, práticas iniciáticas e claro, a revelação e o conhecimento das coisas. Um livro de Banda Desenhada que revela outras facetas da personagem premiada de João Mascarenhas, mas que continua com o seu percurso intimista, pensador, dedicado, e sempre, sempre muito feliz. SOBRE O LIVRO: Os livros valem principalmente por aquilo que contêm. Mas um livro, além de conteúdo, tem também uma existência física, real, é também um objecto para ser tocado, contemplado e apreciado. Os livros são também objectos para serem belos. Em Voz Baixa é um livro para os cinco sentidos. Junta 7 poemas do poeta espanhol Abel Murcia, a sua tradução para português e 4 serigrafias da autoria do artista polaco Marian Nowinski, retocadas com vinho do Porto. Desta forma, abraça-se um encontro cultural incomum entre Portugal, Espanha e Polónia. Mas sobretudo um encontro entre amigos porque, no fundo, a Arte é algo que se faz entre amigos. Através deste livro, que combina o design, a poesia, a tradução e a serigrafia, confiamos-lhe a nossa amizade. SOBRE O LIVRO: Cada ano, mais de um bilião de anzóis são colocados pelas frotas de pesca com espinhéis, matando no mínimo 300.000 aves marinhas, incluindo 100.000 albatrozes. O programa mundial de aves marinhas da BirdlLife International coordena projectos e iniciativas destinadas a compatibilizar a pesca com a conservação destas aves (http://www.savethealbatross.net). A SPEA é a representante em Portugal da BirdLife International e é também a Coordenadora do Programa Marinho Europeu. De acordo com Marc Parchow da Qual Albatroz “o projecto do Celacanto começou em Novembro do ano passado quando a nossa editora decidiu fazer a sua parte para defender o planeta. Inspirámo-nos nos exemplos de Baudelaire, de Melville e de Coleridge e lançámos a todos o desafio de contribuírem para a edição de um livro dedicado exclusivamente ao albatroz através de trabalhos da arte da Palavra e/ou da arte do Desenho e que usassem apenas a língua portuguesa. Com este projecto, queríamos que as pessoas passem da consciência à participação, pois segundo a nossa filosofia, o «saber» e o «fazer» são acções indissociáveis para exercer uma verdadeira cidadania.”Quatro meses depois o Celacanto nº1 existe graças ao contributo de 37 artistas que aceitaram o desafio e apresentaram os seus trabalhos originais. Entre as participações podemos encontrar ensaio, prosa literária, poesia, banda desenhada e desenho. A maioria dos trabalhos vem de Portugal, mas também os há do Brasil e até um da Polónia. A capa é um desenho original de José Carlos Fernandes, realizado exclusivamente para esta publicação.O Coordenador Europeu Marinho da BirdLife International, Iván Ramírez salienta “A Qual Albatroz e a SPEA conseguiram conjugar nesta publicação pioneira duas práticas que habitualmente não andam juntas: a criação artística e a consciencialização ambiental. Da parte da BirdLife estamos muito impressionados com o nível de participação e a qualidade dos trabalhos e estou convencido de que poderemos replicar esta experiência em outros países do mundo”. SOBRE O LIVRO: O Celacanto sobre o Lobo é o segundo número deste ecozine destinado a ajudar a salvar espécies em perigo de extinção. Para este número 2 do Celacanto, o animal escolhido foi o Lobo e a Editora Qual Albatroz colaborou com o Grupo Lobo com o fim de alertar para as ameaças que este animal enfrenta, nomeadamente o lobo ibérico, e angariar fundos para a sua conservação. O conjunto de trabalhos apresenta uma grande diversidade de motivos e géneros - poesia, banda desenhada, conto, desenho, pintura, fotografia - todos eles em defesa desta espécie ameaçada e que, no seu conjunto, acabam por criar uma graciosa rapsódia artística. A capa é um trabalho original de Miguel Rocha desenhada especialmente para esta edição.
E tal como prometido, hoje dou início a mais um passatempo do meu blog!
Como já devem ter reparado, o meu blog tem andado um pouco diferente.







Instalada no Japão há mais de trinta anos, Dominique Loreau está profundamente influenciada pelo modo de vida do seu país de adopção. Um modo de vida que assenta no princípio de que «menos é mais», aplicado a todos os domínios da vida, do espiritual ao material – neste caso, à alimentação. Partindo da observação de que nos tornámos, em cerca de meio século, máquinas de consumo, a autora exorta-nos a reflectir nesta situação, fonte de tantos males actuais. Com propostas sensatas, conselhos, pequenos truques e, no fim da obra, algumas receitas muito simples, este livro permite-nos restabelecer uma relação saudável com a alimentação, económica e ecologicamente equilibrada, e... que nos proporciona um verdadeiro prazer. Simultaneamente ensaio e guia prático, A Arte de Bem Comer e da Volúpia ensina a conciliar o corpo e o espírito com toda a serenidade. SOBRE A AUTORA: Francesa, Dominique Loreau está instalada no Japão há vinte e três anos e está profundamente influenciada pelo modo de vida do seu país de adopção. Ali, propõe seminários destinados aos que querem simplificar a sua vida. O que é o tempo? Serei realmente livre ao agir? O que faz de mim a mesma pessoa que era em criança? Porque há algo em vez de nada? Será que sou realmente livre, ou tudo está determinado desde antes do meu nascimento? Se alguma vez deu consigo a fazer algumas destas perguntas, este livro é para si. Tratando ainda da existência de Deus e da constituição última da realidade, eis um guia para quem gosta de raciocinar cuidadosamente sobre estes e outros temas — incluindo o problema de saber o que é afinal a própria metafísica. Enigmas da Existência torna a metafísica genuinamente acessível e até divertida. O seu estilo vívido e informal dá fulgor aos enigmas e mostra como pode ser estimulante pensar sobre eles. Não se exige qualquer formação filosófica prévia para desfrutar deste livro: qualquer pessoa que queira pensar sobre as questões mais profundas da vida considerará esta obra, um livro provocador e aprazível.SOBRE OS AUTORES:Earl Conee é professor de Filosofia na universidade de Rochester, em Nova Iorque. Especializado nas áreas de Epistemologia, Ética e Metafísica, este é o seu primeiro livro.
Theodore Sider é professor da universidade de Nova Iorque. Especializado nas áreas de Metafísica e Filosofia da Linguagem, este é o seu segundo livro.
Albert Einstein e Robert J. Oppenheimer, dois cientistas emblemáticos do século XX, pertenceram a gerações distintas. Através da análise do que os separava — diferentes visões do mundo, diferentes formas de trabalhar, diferentes períodos de apogeu —, este livro oferece uma perspectiva aprofundada sobre a vida destas duas figuras de topo e sobre a cultura científica do seu tempo.«Com grande sensibilidade, mestria e perspicácia, Schweber analisa facetas da vida, do pensamento e da personalidade de Einstein e de Oppenheimer — as suas posições filosóficas e éticas, as causas étnicas e culturais em que se empenharam —, bem como a relação, nem sempre fácil, entre ambos, os seus pontos de vista díspares acerca da unificação da Física, e mesmo o papel do desprendimento budista na sua forma de pensar. Esta obra oferece novas perspectivas sobre as reacções de ambos às transformações ocorridas na Física, o seu relacionamento com o grande público e a evolução política suscitada pelo dealbar da era atómica.» SOBRE O AUTOR: Silvan S. Schweber é professor emérito do Departamento de Física da Universidade Brandeis e membro da Academia Americana de Artes e Ciências. John Wraith, de 46 anos, recupera a consciência depois de um grave acidente; só então toma conhecimento de que a sua mulher e a sua filha de 5 anos morreram tragicamente no carro que ele mesmo conduzia. Por sugestão da irmã irá recuperar na casa de férias, em Nature’s Valley, um local remoto da costa sul-africana. É Inverno e a terra está quase deserta. Porém, conhece aí uma perturbada jovem de 17 anos, o seu pai e o seu irmão, e deixa-se atrair irremediavelmente por esta família disfuncional. Uma análise intensa sobre a perda e a obsessão que fazem de O Despertar do Adormecido um notável thriller psicológico. SOBRE O AUTOR: Alistair Morgan nasceu em Joanesburgo em 1971 e vive na Cidade do Cabo. Tem inúmeros contos publicados na Paris Review. É o primeiro não-americano a receber o prémio Plimpton de ficção e o seu conto ‘Icebergs’ foi candidato ao prémio Caine de 2009. O Despertar do Adormecido é o seu primeiro romance. Bucky, Satchel e Rob estão de volta, neste sexto volume de Aqui Há Gato, para mais travessuras e tropelias! Publicada em mais de 500 jornais em todo o mundo, foi considerada em 2002 pela National Cartoonist Society a melhor tira cómica do ano. Todos se deixam encantar pelo humor irónico e transbordante, pelas hilariantes expressões faciais destas irreverentes personagens, principalmente os que gostam de animais. As palavras e expressões de Bucky e de Satchel são as que todos imaginamos que poderiam ser as dos nossos animais de estimação.SOBRE O AUTOR: É um cartoonista americano que se popularizou pela sua famosa BD Aqui há Gato. Conley nasceu em Concord, Massachusetts em 1970 e cresceu em Knoxville, Tennessee.



E como adorei presentear os meus visitantes, hoje dou início ao segundo passatempo do meu blog!
TÍTULO: Mistério em ConnellsvilleSINOPSE
"Acordei agitada e minutos depois o despertador tocou. Tinha tido um pesadelo. Sonhei que estava na escola vazia e que um homem encapuzado levava uma rapariga. Eu via-os mas eles não me viam a mim. Era como se fosse um filme. "Andas demasiado envolvida neste assunto..." pensei, censurando-me. (...) Esboçámos um aceno e fomos para o carro. Abri a porta e sentei-me no banco. Estremeci e a memória do sonho dessa noite assaltou-me com um flash."
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