sábado, 22 de janeiro de 2011

"Rubi" de Kerstin Gier

TÍTULO ORIGINAL: Rubinrot
AUTOR:
Kerstin Gier
TRADUÇÃO: Marta Dias
EDITORA: Contraponto
EDIÇÃO: Outubro de 2010
PÁGINAS: 272
ISBN: 9789896660864

SINOPSE


Pertencer a uma família cheia de segredos não é fácil, ou pelo menos é o que pensa Gwendolyn Sheperd, de 16 anos. Até que um dia se vê em Londres do final do século passado e se apercebe de que ela própria é o maior segredo da família.
Do que Gwendolyn não se apercebera é que apaixonar-se quando se está presa num tempo diferente não é nada boa ideia. Tudo se pode complicar...


A MINHA CRÍTICA

Este foi um livro que li num dia.
É uma história bastante leve, mas intrigante o suficiente para nos deixar ficar curiosos com o que estará para vir depois de Rubi.
Não é uma Obra-Prima, mas é um bom livro, comparado com muitos que andam por aí.
Gostei bastante da forma como a autora tão bem nos consegue integrar, quer no contexto de uma sociedade actual, com todas as tecnologias e novidades que nos são conhecidas, quer no contexto de uma sociedade remota, para onde as personagens principais viajam no tempo.
A escrita é simples e faz-nos deixar levar a leitura de uma forma muito natural e espontânea.
No final da leitura, fica o desejo de saber como se soluciona o mistério, bem como a explicação de alguns pormenores que ficaram por compreender em Rubi.
Apesar de não estar directamente relacionado com a obra em si, queria destacar que gostei bastante do visual deste livro, quer da capa, quer dos pequenos pormenores, como por exemplo, o facto de a letras não estarem todas a preto, alegrando a vista do leitor.

A MINHA CLASSIFICAÇÃO

7/10 - Bom

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Passatempo "A Arte da Meditação"

E este regresso em grande só se podia dar com mais um passatempo que a Editorial Presença gentilmente patrocina. Vai ser sorteado um exemplar de "A Arte da Meditação", de Matthieu Ricard.
O vencedor será sorteado, aleatoriamente, entre todos os que responderem correctamente às perguntas colocadas.
As respostas podem ser encontradas
no site da editora e no meu blog, no post Novidade Editorial Presença, onde têm acesso à sinopse e a informações sobre o autor. O passatempo decorrerá de 12 a 19 de Janeiro 2011 (às 23h59), sendo que, o vencedor será anunciado aqui no blog.
Só é aceite uma participação por pessoa e residência.
Por questões relacionadas com o envio do prémio, só serão aceites participações de residentes em Portugal (Continente e Ilhas).

Tenham atenção às regras e leiam bem as perguntas antes de responderem!
Os dados fornecidos só serão utilizados para envio do prémio.
Boa Sorte a todos!

Para participarem, utilizem o seguinte formulário de participação:

* FORMULÁRIO DESACTIVADO DEVIDO AO FIM DO PASSATEMPO *

Novidade Editorial Presença

Passatempo "Centelhas"

Os passatempos estão de volta ao blog! A Civilização Editora em parceria com A Galáxia dos Livros decidiu organizar mais um passatempo, para um livro promissor! Vai ser sorteado um exemplar de "Centelhas", de Hyatt Bass.
O vencedor será sorteado, aleatoriamente, entre todos os que responderem correctamente às perguntas colocadas.
As respostas podem ser encontradas
no meu blog, no post Destaque Civilização, onde têm acesso à sinopse. O passatempo decorrerá de 12 a 19 de Janeiro 2011 (às 23h59), sendo que, o vencedor será anunciado aqui no blog.
Só é aceite uma participação por pessoa e residência.
Por questões relacionadas com o envio do prémio, só serão aceites participações de residentes em Portugal (Continente e Ilhas).

Tenham atenção às regras e leiam bem as perguntas antes de responderem!
Os dados fornecidos só serão utilizados para envio do prémio.
Boa Sorte a todos!

Para participarem, utilizem o seguinte formulário de participação:

* FORMULÁRIO DESACTIVADO DEVIDO AO FIM DO PASSATEMPO *

Destaque Civilização Editora

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Doreen Tovey

Doreen Tovey era uma escritora britânica que nasceu a 24 de Outubro de 1918, em Bristol, Inglaterra, tendo falecido a 13 de Janeiro de 2008, para o desgosto de uma grande legião de leitores, fãs da sua escrita.
Doreen foi criada pela sua avó, devido à precoce morte de sua mãe, causada por uma epidemia fatal na época, deixando Doreen quando esta tinha apenas 2 semanas de idade. O seu pai, apesar de estar vivo, ausentava-se em trabalho por longos períodos de tempo.
Cresceu numa casa onde sempre foi habituada a conviver com animais, que a sua avó e a sua tia Louise traziam para casa, por serem eternas protectoras dos animais.
Frequentou a Grammar School e adoraria ter entrado numa universidade, mas a sua avó não tinha condições económicas para concretizar este seu sonho.
Trabalhou em alguns sítios pouco agradáveis, antes de entrar para a Imperial Tobacco, onde trabalhou durante muitos anos, primeiro como dactilógrafa, posteriormente como secretária e, por fim, no Departamento de Relações Públicas, onde teve oportunidade de conhecer o seu futuro marido.
O primeiro animal que lhes apareceu em casa foi o esquilo Blodin, que foi carinhosamente acolhido até padecer, deixando saudades a um grupo de ratos com quem tinha travado amizade.
Foi com o objectivo de se livrarem dos ratos que Doreen e o seu marido decidiram ir buscar Sugieh, que marcou o início de uma grande e eterna era de gatos siameses na sua casa.
Foi presidente do Siamese Cat Club e do West of England Cat Club.

Títulos e Artigos Publicados em Portugal
  • Gatos à Solta (Edições ASA, Novembro de 2007)
  • Gatos em Maio (Edições ASA, Maio de 2008)
  • O Novo Inquilino (Edições ASA, Junho de 2010)

"Gatos à Solta" de Doreen Tovey

TÍTULO ORIGINAL: Cats in the Belfry
AUTOR:
Doreen Tovey
TRADUÇÃO: Luís Miguel Valente
EDITORA: Edições ASA
EDIÇÃO: Novembro de 2007
PÁGINAS: 160
ISBN: 9789724153216

SINOPSE


Doreen Tovey e o seu marido Charles decidem abrir as portas da sua casa a uma gata siamesa, com o objectivo de se verem livres de uma invasão de ratos. Mas Sugieh não é uma gata qualquer. Ela é uma mão de ferro numa luva delicada, uma actriz, uma prima-dona, uma imperatriz dos gatos, e estabelece-se rapidamente como a rainha da casa. Rapidamente escravizados por Sugieh, Doreen e Charles tentam minimizar o caos que ela causa diariamente: ela mia desalmadamente, rói os telegramas e ataca tudo o que seja de lã. Mas o pior está para vir: quando Sugieh decide tornar-se na Mãe Perfeita, ela e os seus adoráveis gatinhos vão fortalecer o seu domínio sobre o lar dos Tovey. Resta a dúvida: tal como Doreen e Charles, quem não cederia a tanto encanto felino?

A MINHA CRÍTICA

Este livro é simplesmente um espectáculo!
Quando terminei a leitura anterior, pensei que tinha chegado a altura de ler um livro mais levezinho.
Mas nunca pensei que este pequeno livro fosse tão divertido e prazeroso de ler.
Dei comigo a rir imensas vezes, o que despertou alguma estranheza por parte de quem me via a ler.
Doreen Tovey consegue descrever-nos as aventuras e pensamentos dos seus animais como se estes fossem humanos, e fá-lo com um humor de grande qualidade.
Quem já tem gatos vai ler este livro e ver todas as suas angústias de dono serem compreendidas de uma forma hilariante.
Mas quem não tem gatos não se acanhe… Esta leitura promete soltar-vos umas valentes gargalhadas!
O único ponto menos positivo deve-se ao facto de existirem pequenas referências e algumas “Private Jokes” da autora, que apesar de estarem bem explicadas em notas pelo tradutor, fazem-nos ficar sempre com a sensação de que não conseguimos compreender totalmente o seu significado.
Adorei este livro, que definitivamente me abriu o apetite para ler os outros livros já publicados pela autora.

A MINHA CLASSIFICAÇÃO

9/10 - Excelente

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Top Editoras

Tenho andando meio desaparecida aqui no blog e, por isso, peço desculpa aos meus seguidores.
O resultado do passatempo em falta será publicado em breve, peço só um pouquinho mais de paciência...

Mas o que vim postar nesta mensagem foi um top de livros que decidi nomear.

Não quis colocar estatísticas de livros ou páginas lidas neste ano que passou, nem tão pouco de passatempos realizados, pois acho que isso é dispensável e não passam de números. Fica apenas o desejo que para este 2011 consiga ler mais e presentear-vos com mais críticas e passatempos.

Não quis que este fosse um top normal, por ordem de preferência, porque é sempre difícil fazê-lo.

Assim, de forma a destacar o melhor de cada editora, decidi fazer um Top Editoras 2010, ou seja, por cada editora que mais gostei de ler este ano, elegi o melhor livro classificado por mim.

Aqui fica:

A ESFERA DOS LIVROS - "Eu, Maria Pia" de Diana de Cadaval
CADERNO - "Óscar" de David Dosa
CONTRAPONTO - "Amor em Minúsculas" de Francesc Miralles
DIFEL - "A Chave Maldita" de James Rollins
EDITORIAL PRESENÇA - "O Espírito do Amor" de Ben Sherwood
FRONTEIRA DO CAOS - "O Silêncio dos Teus Olhos" de Hugo Girão
PAPIRO EDITORA - "Mistério em Connellsville" de Beatriz Neves Barroca
PORTO EDITORA - "Coisas do Coração" de Emily Giffin
QUINTA ESSÊNCIA - "A Rapariga Que Brilha no Escuro" de Joshilyn Jackson
SDE - Série Kushiel - "O Dardo de Kushiel" e "A Marca de Kushiel" de Jacqueline Carey

Paulo Pereira Cristóvão

Paulo Pereira Cristóvão nasceu a 14 de Julho de 1969, em Lisboa.
Em 1990, entrou para os quadros da Polícia Judiciária (PJ) de onde saiu, no início de 2007, para fundar uma empresa de Business Intelligence.
Sempre dedicado à área policial, formou-se em Perícia Psicológica, Perfis e Tendências Criminais e Justiça Criminal.
Enquanto esteve ao serviço da PJ, foram-lhe atribuídos alguns dos processos mais mediáticos da Direcção Central de Combate ao Banditismo, sendo " Joana ", mais um dos processos em que manteve uma participação relevante.
Destacou-se em várias investigações cujo objectivo ia desde o Tráfico de Seres Humanos, passando por processos de Terrorismo até às máfias do Leste.
Abandonou a PJ, grande parte devido ao não reconhecimento e injustiça sofridos pelos agentes policiais, apesar de trazer sempre consigo a alma de polícia e de ter um grande orgulho em todos os processos em que participou.
Actualmente, além da actividade da sua empresa, colabora com regularidade com vários órgãos de comunicação social, nomeadamente televisão e rádio.

Títulos e Artigos Publicados em Portugal
  • A Estrela de Joana (Editorial Presença, Setembro de 2007)
  • A Estrela de Madeleine (Editorial Presença, Março de 2008)
  • Levaram-me (Editorial Presença, Novembro de 2010)

"A Estrela de Joana" de Paulo Pereira Cristóvão

TÍTULO ORIGINAL: A Estrela de Joana
AUTOR:
Paulo Pereira Cristóvão
EDITORA: Editorial Presença
EDIÇÃO: Setembro de 2007
PÁGINAS: 196
ISBN: 9789722338202

SINOPSE


Quem não recorda ainda o dramático caso de Joana Cipriano, a menina de oito anos, que em Setembro de 2004, Portimão, foi dada como desaparecida? Para muitos ela será lembrada como um rosto num jornal ou revista, um pequeno rosto sorridente e alegre de alguém que gostava de viver. Este livro assume-se como uma homenagem à corajosa Joana, prestada por um dos três agentes da Polícia Judiciária – o autor que é simultaneamente uma das personagens – especialmente destacados para ajudar os seus colegas do Algarve no processo de investigação. Relatado com grande vivacidade, ficamos a conhecer a dimensão da força por detrás daquele sorriso de menina. A Estrela de Joana é ainda para o leitor a oportunidade rara de espreitar o que se passa «do lado de dentro» de uma investigação. Além disso dá conta da generosidade e do empenhamento destes polícias que por detrás da aparente rudeza e ironia que marcam os seus laços de companheirismo, revelam a sua profunda humanidade.

A MINHA CRÍTICA

Quem não se lembra da história da pequena Joana?
É difícil esquecer a fotografia desta menina e de tudo o que se ouviu e foi especulado sobre o seu desaparecimento.
Peguei neste livro há umas semanas e confesso que esta foi uma leitura muito tocante e demorada pelo peso sentimental que envolve.
Foi muitas vezes difícil avançar e descobrir detalhadamente alguns pormenores que Paulo Cristóvão tão bem nos relata, como se estivéssemos estado lá, no meio de toda aquela confusão e injustiça.
Acabo esta leitura com um sentimento enorme de revolta. Não é novidade que existem muitas coisas mal neste país. A pequena Joana foi mais uma das muitas vítimas desta nossa sociedade comodista.
Essa é a mensagem principal de Paulo Cristóvão. Dentro dela, conseguimos também compreender o sentimento de tristeza de um polícia que se vê tão facilmente enxovalhado por alguém que não se interessava certamente em construir a verdade deste caso, nem tão pouco de ajudar a pequena Joana, mas em tentar tirar algum partido disto em seu próprio prol.
Não sendo escritor de profissão, o autor conseguiu com grande perícia escrever-nos este livro e fazer-nos olhar para o céu, à procura da estrela mais brilhante.

A MINHA CLASSIFICAÇÃO

7/10 - Bom

Elizabeth Gilbert

Elizabeth Gilbert é uma escritora americana que nasceu a 18 de Julho de 1969 em Waterbury, Connecticut.
Ela cresceu numa quinta em Litchfield, Connecticut, onde não havia televisão, por isso, os seus tempos livres eram passados a ler e a escrever pequenas histórias em conjunto com a sua irmã Catherine Gilbert Murdock, que actualmente também é escritora.
Em 1991, tirou um bacharelato em Ciências Políticas, na New York University, estudando de manhã e escrevendo as suas pequenas histórias à noite.
Posteriormente, trabalhou como cozinheira, empregada doméstica e em várias revistas como Spin, GQ e The New York Times Magazine.
Pilgrims, um conjunto de pequenas histórias, foi, em 1997,o seu primeiro livro publicado, tendo sido premiado com o Pushcart Prize e finalista do PEN/Hemingway Award.
Decidiu também escrever sobre as suas próprias experiências, sendo The Last American Man, publicado em 2002, o seu primeiro livro neste registo, também finalista do National Book Award e National Book Critic's Circle Award.
Foi nomeada três vezes para o National Magazine Award pela peculiaridade da sua escrita e foi considerada em 2008 pela Times Magazine como umas das 100 pessoas mais influentes no mundo.

Títulos e Artigos Publicados em Portugal
  • Comer, Orar, Amar (Bertrand Editora, 2006)
  • A Filha do Mar (Bertrand Editora, Abril de 2009)
  • Comprometida (Bertrand Editora, Julho de 2010)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

"Comer, Orar, Amar" de Elizabeth Gilbert

TÍTULO ORIGINAL: Eat, Pray, Love
AUTOR:
Elizabeth Gilbert
TRADUÇÃO: Fernanda Oliveira
EDITORA: Bertrand
EDIÇÃO: 2006
PÁGINAS: 376
ISBN: 9789722515030

SINOPSE


Aos trinta anos, Elizabeth Gilbert tinha um marido, uma casa de campo, uma carreira de sucesso - tudo aquilo que uma mulher pode desejar. Ou talvez não... Consumida pela dúvida e pela inquietude, decide avançar para um divórcio difícil, sofrendo durante o processo uma depressão profunda e uma arrasadora crise existencial. É então que se decide pela aventura. Dividida entre o desejo de prazeres mundanos e a aspiração a uma transcendência divina, experimenta as delícias da "dolce vita" em Itália, o rigor ascético na Índia e no seu último destino - a Indonésia - procura o equilíbrio e encontra o amor.

A MINHA CRÍTICA

Um livro absolutamente divinal e que proporciona não só entretenimento, mas uma serenidade inquestionável.
Esta não é uma leitura para devorar, mas para demorada e lentamente apreciar.
Desde que foi publicado, que este livro suscitou-me interesse, embora não imaginasse, de forma alguma, aquilo que ele realmente é.
A história deste livro é a história da autora, que tem de ultrapassar uma fase difícil da sua vida. Para isso, ela viaja por vários locais, descrevendo-nos maravilhosamente cada um deles. Faz-nos também desejar ir com ela e viver tudo aquilo que ela viveu (e comer todas aquelas delícias que ela comeu!).
É uma escrita simples, mas muito rica, uma vez que para a apreciar verdadeiramente, não é passível de se ler rápido.
Apesar de ter uma “pitada” de romance, este não é um romance. É talvez um livro “espiritual” e que nos faz pensar profundamente nessa dimensão.
Gostei bastante deste livro, embora reconheça que poderá ser amado por muitos e odiado por outros, dado considerar ser um género alternativo da literatura.


A MINHA CLASSIFICAÇÃO

8/10 - Muito Bom

sábado, 25 de dezembro de 2010

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Novidades Bertrand para Novembro



Passatempo "No Seu Mundo"

Hoje vou iniciar um novo passatempo, desta vez em parceria com a Civilização Editora.

Vai ser oferecido 1 exemplar de "No Seu Mundo" de Jodi Picoult.

O vencedor será nomeado consoante as aptidões criativas que conseguir demonstrar e convencer, não só a mim, mas também à Civilização Editora, que permitiu proporcionar-vos este passatempo.

Desta vez, vão ter de sair à rua, ou até mesmo inspirarem-se dentro de casa, desde que enviem uma fotografia o mais criativa possível, inspirada nesta mais recente obra de Jodi Picoult.

Esmerem-se... Inspirem-se no título da obra e na sinopse aqui, ou aqui... Façam arte! A liberdade é o limite!
Nós por cá, esperamos participações que nos façam cair o queixo!

As regras vão ser estas:
  • Só é aceite uma participação por pessoa e residência.
  • Têm de enviar os vossos dados, o que inclui: Nome Completo, Morada Completa (com código postal), E-mail.
  • O passatempo decorrerá de 8 a 18 de Novembro de 2010 (às 23h59), sendo que, o vencedor será anunciado aqui no blog, bem como será postada a respectiva fotografia vencedora.
  • Por questões relacionadas com o envio do prémio, só serão aceites participações de residentes em Portugal.
  • A selecção dos vencedores estará a meu cargo e a cargo da Civilização Editora.
  • A escolha realizada será sublime, pelo que não serão consideradas reclamações provenientes dos gostos pessoais de cada um (Não se pode agradar a todos!).
  • Apenas haverá reformulação dos vencedores nomeados, caso hajam situações de plágio comprovado.

Os dados fornecidos só serão utilizados para envio do prémio.

Boa Sorte a todos!

Para participarem, enviem as vossas criações e dados para:

passatempos.galaxia@gmail.com

domingo, 7 de novembro de 2010

Destaque Novembro Civilização Editora

Poppy Adams

Poppy Adams é uma escritora e realizadora de documentários britânica, que nasceu a 29 de Outubro de 1972, em Inglaterra, no Reino Unido.
É licenciada em Ciências Naturais, pela Universidade de Durham.
Como realizadora de documentários, colabora com a BBC, o Channel 4 e o Discovery Channel, tendo já trabalhado em África e na Nova Zelândia.
A Dança das Borboletas foi finalista do Costa Brook Awards, bem como alvo de grandes elogios por parte da crítica literária.

Títulos e Artigos Publicados em Portugal

"A Dança das Borboletas" de Poppy Adams

TÍTULO ORIGINAL: The Behaviour of Moths
AUTOR:
Poppy Adams
TRADUÇÃO: Victor Cabral
EDITORA: Porto Editora
EDIÇÃO: Maio de 2010
PÁGINAS: 320
ISBN: 9789720045034

SINOPSE


Assomando à janela do primeiro andar da mansão degradada que em tempos fora a sua idílica casa de família, Ginny aguarda ansiosamente a chegada da irmã, que partiu há quarenta e sete anos e nunca mais voltou. Especialista em borboletas, Ginny leva uma vida de reclusão, com medo de se aventurar no mundo exterior. Com o regresso de Vivien, os segredos que provocaram a separação das duas irmãs irão perturbar o quotidiano de Ginny muito para além das rotinas precisas que lhe definem os dias. Das suas infâncias, apenas o sótão da casa permanece inalterado, com as suas paredes revestidas com mostruários de borboletas cuidadosamente preservadas ao longo de várias gerações. Narrado pela voz inesquecível de Ginny, este brilhante romance de estreia descreve-nos o que as famílias são capazes de fazer - especialmente em nome do amor.

A MINHA CRÍTICA

É difícil escrever sobre este livro.
Quem lê este título, “A Dança das Borboletas”, não consegue adivinhar, de maneira alguma, a “dança” a que ele se refere, nem tão pouco, ter qualquer noção do tipo de livro que o envolve.
Ginny é, sem sombra de dúvida, uma personagem muito especial, narrando-nos a sua história de uma forma muito próxima: tão próxima, que parece tornar-se real.
Posso dizer que nunca li um livro assim, nem nunca tive tanta dificuldade em expressar aquilo que acho sobre o mesmo.
Sei dizer que não é uma obra-prima, mas é um livro bom, com uma escrita envolvente e com uma parcela psicológica “q.b.”.
Posso também dizer que não fiquei desiludida com esta obra pois, apesar de ser diferente, consegue-nos trazer para o nosso presente a personalidade de uma mulher, que tudo faz para agradar os outros, em detrimento da sua própria felicidade.
Mas é no final, que essa mesma mulher nos surpreende de uma forma brutal e curiosa.
As “borboletas”, que surgem no título, têm bastante significado nesta história e foi bastante interessante conhecer melhor estes seres vivos, através da brilhante pesquisa da autora.
Acho que a melhor forma de classificar este livro será desafiando-vos, a vós, leitores, a lerem-no por vós.
Posso garantir-vos a descoberta de uma leitura boa e bastante invulgar, baseada num relato de uma família impressionante.

A MINHA CLASSIFICAÇÃO

7/10 - Bom
 

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