Há uns terminou o passatempo "Margaret - Estrelinha Azul", em parceria com a Papiro Editora.
Mais uma vez, a adesão a este passatempo foi bastante elevada, uma vez que contou com 387 participações. Um muito obrigada a todos os participantes!
Do total das participações, 27 foram consideradas inválidas. Dessas 27 inválidas, 12 foram por respostas erradas/incompletas, 15 por moradas e dados repetidos/incompletos.
As respostas correctas eram:
1. Quando é que a Casa da Memória de Camões, em Constância, acolheu o lançamento do livro “Margot – Estrelinha Azul”, da autora Ana Paula Pinto (dia, mês e ano)?
R: 30 de Agosto de 2010.
2. Onde estavam sentados os personagens, quando olhavam o pôr-do-sol?
R: No interior do Mercedes azul-escuro.
3. Este livro é um testemunho de quem?
R: É o testemunho de uma mãe que assistiu à luta da filha contra o cancro ou Ana Paula Pinto.
Mas, sem mais demoras, o vencedor é…
4 - Ana Luísa Neves (Azinhaga)
Muitos Parabéns!
O livro será enviado por mim, brevemente.
Quanto aos que não tiveram sorte neste, continuem a tentar!
As surpresas vão continuar a aparecer no meu blog!
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
"A Chave Maldita" de James Rollins
TÍTULO ORIGINAL: The Doomsday KeyAUTOR: James Rollins
TRADUÇÃO: Joana Chaves
EDITORA: Difel
EDIÇÃO: Setembro de 2010
PÁGINAS: 400
ISBN: 9789722909785
SINOPSE
Universidade de Princeton. Um geneticista famoso morre num laboratório biológico de alta segurança. Em Roma, um arqueólogo do Vaticano é encontrado morto na Basílica de São Pedro. Em África, o filho de um senador americano é morto num acampamento da Cruz Vermelha. Três assassinatos em três continentes têm uma ligação terrível: todas as vítimas estão marcadas por uma cruz pagã druida, queimada na sua carne.
Os bizarros assassinatos conduzem o comandante Gray Pierce e a Força Sigma numa corrida contra o tempo para resolver um enigma que remonta a muitos séculos atrás, a um crime medonho contra a humanidade escondido num códice críptico medieval. A primeira peça do puzzle é descoberta num cadáver mumificado, enterrado num pântano inglês, um segredo horrível que ameaça a América e o mundo.
Ajudado por duas mulheres de seu passado - uma, a sua ex-amante, a outra, a sua nova parceira - Gray tem de reunir todas as peças de uma terrível verdade. Mas as revelações têm um custo elevado e, para salvar o futuro, Pierce terá que sacrificar uma das mulheres ao seu lado. Isso por si só pode não ser suficiente, à medida que o verdadeiro caminho para a salvação vai sendo revelado numa sombria profecia da maldição.
A Força Sigma enfrenta a maior ameaça que a Humanidade já conheceu, numa aventura que vai desde o Coliseu romano aos picos gelados da Noruega, a partir das ruínas de mosteiros medievais aos túmulos perdidos de reis Celtas. O último dos pesadelos é trancado dentro de um talismã enterrado por um santo morto - um artefacto antigo conhecido como a chave do Juízo Final.
A MINHA CRÍTICA
‘A Chave Maldita’ é uma viagem extasiante que tira o fôlego a qualquer um, através da sua história que é, simplesmente, fenomenal.
No início desta leitura, fica-se com a sensação de se estar a ler um livro de Dan Brown, dado a estruturação dos factos históricos e religiosos, misteriosamente interligados com os assassinatos que ocorreram. No entanto, rapidamente essa sensação se dissipa, pois James Rollins supera, em muito, a escrita de Dan Brown.
É admirável a forma como o autor conseguiu construir uma história tão cativante, ao mesmo tempo que envolve, de uma forma espantosa, os factos reais que notoriamente abarcaram uma pesquisa profunda por parte do mesmo.
Posso dizer que a única coisa ‘angustiante’ (que, na verdade, é um ponto super positivo), é o facto de o livro ser tão viciante, que é muito complicado parar de ler e interromper o seguimento dos acontecimentos. E isso apenas se torna ‘angustiante’, porque são 400 páginas de puro prazer e suspense, o que, com alguma falta de tempo por parte do leitor, pode tornar dolorosa a necessidade de interromper a história que tanto o envolve.
Desconhecia este autor, mas considero que foi uma surpresa extremamente agradável e que vai directamente para as minhas 'revelações-leitura' do ano, pelo que agradeço à Difel a oportunidade que me deu de descobrir a escrita de um autor tão talentoso.
Não tive dificuldade nenhuma em atribuir a classificação máxima a esta obra, porque revela uma rara mestria na construção de um enredo tão repleto de acção e qualidade.
‘A Chave Maldita’ é uma viagem extasiante que tira o fôlego a qualquer um, através da sua história que é, simplesmente, fenomenal.
No início desta leitura, fica-se com a sensação de se estar a ler um livro de Dan Brown, dado a estruturação dos factos históricos e religiosos, misteriosamente interligados com os assassinatos que ocorreram. No entanto, rapidamente essa sensação se dissipa, pois James Rollins supera, em muito, a escrita de Dan Brown.
É admirável a forma como o autor conseguiu construir uma história tão cativante, ao mesmo tempo que envolve, de uma forma espantosa, os factos reais que notoriamente abarcaram uma pesquisa profunda por parte do mesmo.
Posso dizer que a única coisa ‘angustiante’ (que, na verdade, é um ponto super positivo), é o facto de o livro ser tão viciante, que é muito complicado parar de ler e interromper o seguimento dos acontecimentos. E isso apenas se torna ‘angustiante’, porque são 400 páginas de puro prazer e suspense, o que, com alguma falta de tempo por parte do leitor, pode tornar dolorosa a necessidade de interromper a história que tanto o envolve.
Desconhecia este autor, mas considero que foi uma surpresa extremamente agradável e que vai directamente para as minhas 'revelações-leitura' do ano, pelo que agradeço à Difel a oportunidade que me deu de descobrir a escrita de um autor tão talentoso.
Não tive dificuldade nenhuma em atribuir a classificação máxima a esta obra, porque revela uma rara mestria na construção de um enredo tão repleto de acção e qualidade.
A MINHA CLASSIFICAÇÃO
10/10 - Obra-Prima
Etiquetas:
Difel,
James Rollins,
Opiniões Literárias,
Thriller
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Resultados do Passatempo "O Espírito do Amor"
Na passada Sexta-Feira terminou o passatempo "O Espírito do Amor", em parceria com a Editorial Presença.
Devo dizer que fiquei surpreendida com a adesão a este passatempo, que, batendo os recordes dos passatempos realizados aqui no blog, contou com 427 participações. Um muito obrigada a todos os participantes!
Do total das participações, 35 foram consideradas inválidas. Dessas 35 inválidas, 20 foram por respostas erradas/incompletas, 13 por moradas e dados repetidos/incompletos e 2 por participações submetidas fora do tempo estipulado.
As respostas correctas eram:
1. O que é que, por vezes, vence a morte?
R: O Amor.
2. Qual o nome da adaptação cinematográfica de "O Espírito do Amor"?
R: Sempre Que Te Vejo ou Charlie St. Cloud.
3. Como se destacou Ben Sherwood, antes de ingressar no universo das letras?
R: Como Jornalista.
Mas, sem mais demoras, o vencedor é…
60 - Sara Celorico (Setúbal)
Muitos Parabéns!
Os dados serão enviados para a editora, de forma a que a mesma proceda ao envio do prémio.
Quanto aos que não tiveram sorte neste, continuem a tentar!
As surpresas vão continuar a aparecer no meu blog!
Devo dizer que fiquei surpreendida com a adesão a este passatempo, que, batendo os recordes dos passatempos realizados aqui no blog, contou com 427 participações. Um muito obrigada a todos os participantes!
Do total das participações, 35 foram consideradas inválidas. Dessas 35 inválidas, 20 foram por respostas erradas/incompletas, 13 por moradas e dados repetidos/incompletos e 2 por participações submetidas fora do tempo estipulado.
As respostas correctas eram:
1. O que é que, por vezes, vence a morte?
R: O Amor.
2. Qual o nome da adaptação cinematográfica de "O Espírito do Amor"?
R: Sempre Que Te Vejo ou Charlie St. Cloud.
3. Como se destacou Ben Sherwood, antes de ingressar no universo das letras?
R: Como Jornalista.
Mas, sem mais demoras, o vencedor é…
60 - Sara Celorico (Setúbal)
Muitos Parabéns!
Os dados serão enviados para a editora, de forma a que a mesma proceda ao envio do prémio.
Quanto aos que não tiveram sorte neste, continuem a tentar!
As surpresas vão continuar a aparecer no meu blog!
sábado, 9 de outubro de 2010
Ben Sherwood
Ben Sherwood é um escritor, empresário e jornalista americano, que nasceu a 12 de Fevereiro de 1964, em Los Angeles, California.Licenciou-se em 1981, na Universidade de Harvard-Westlake. Em 1986, licenciou-se em Phi Beta Kappa, no Havard Colegge, em Cambridge, e tirou posteriormente mestrados em História e Economia Britânica, na Univesidade de Oxford.
Iniciou a sua carreira de jornalista com um estágio na televisão pública de Los Angeles - KCET, em 1981. Posteriormente, trabalhou no Los Angeles Times Washington Bureau (1982), CBS Evening News (1983), The News and Observer of Raleigh, Los Angeles Times Paris Bureau, United Nations Border Relief Operation (entre 1984 e 1985), ABC News' PrimeTime (entre 1989 e 1993), NBC's Nightly News (1997), tendo posteriormente regressado para a ABC News em 2004.
Como escritor, publicou o seu primeiro romance em 1996, sob o pseudónimo Max Barclay, tendo, desde então, nunca mais deixado a escrita, colectando já várias obras suas publicadas.
Títulos e Artigos Publicados em Portugal
- O Homem que Comeu o 747 (Publicações Europa-América, Fevereiro de 2006)
- O Espírito do Amor (Editorial Presença, Maio de 2006)
Etiquetas:
Autores,
Autores de A a F,
Ben Sherwood
"O Espírito do Amor" de Ben Sherwood
TÍTULO ORIGINAL: The Death and Life of Charlie St. CloudAUTOR: Ben Sherwood
TRADUÇÃO: Isabel Nunes
COLECÇÃO: Grandes Narrativas
EDITORA: Editorial Presença
EDIÇÃO: Maio de 2006
PÁGINAS: 248
ISBN: 9789722335539
SINOPSE
A leitura deste romance de Ben Sherwood leva-nos a acreditar que, por vezes, o amor vence a morte. Charlie St. Cloud veio a sabê-lo de duas formas distintas mas igualmente prodigiosas. Primeiro com Sam, o irmão mais novo, depois, com Tess, o seu grande amor. Quando um violento acidente de viação leva Sam para o outro lado da vida, Charlie promete-lhe que nunca o abandonará. Tudo poderia ter continuado assim, naquela espécie de limbo em que Charlie abdicava de viver plenamente a sua existência terrena e Sam se recusava a avançar para planos mais subtis para que pudessem permanecer juntos. Mas a chegada de Tess mudou tudo… Charlie apaixonou-se por ela e percebeu o carácter ilusório do paraíso em que vivia, que lhe desse a conhecer, com maior nitidez, a ponte que atravessa. Esta obra inspirou uma adaptação ao grande ecrã com o título Sempre Que Te Vejo.
A MINHA CRÍTICA
Perturbadora, envolvente e encantadora… Esta obra é sublime.
É daquelas leituras que, independentemente da hora em que se começam a ler, não é possível parar até ao virar da última página (falo por experiência própria, já que fiquei até de madrugada a ler este livro, sem conseguir interromper).
Desde o início, somos repentinamente levados e habilmente mantidos nesta história, que o autor maravilhosamente construiu em volta das emoções.
As descrições que a compõem são tão reais que, por vezes, chegam a arrepiar.
É uma obra tão tocante, que o seu término é difícil de aceitar, porque ficamos demasiado ligados a ela, a Charlie, a Sam, a Tess, a Marblehead.
Esta obra já não é novidade, dado que já tinha sido publicada em 2006. Com a estreia da sua adaptação cinematográfica – Sempre Que Te Vejo – o livro foi relançado e, graças a isso, pude descobrir este tesouro da literatura.
Não sou capaz de encontrar um ponto negativo desta obra, porque fiquei completamente rendida a ela. Aliás, pergunto-me como é que esta obra-prima nunca me chegou às mãos...
Fico agora curiosa relativamente ao filme e com vontade de regressar a esta história.
Recomendo a toda a gente, pois acredito ser muito difícil não se gostar desta admirável obra.
Perturbadora, envolvente e encantadora… Esta obra é sublime.
É daquelas leituras que, independentemente da hora em que se começam a ler, não é possível parar até ao virar da última página (falo por experiência própria, já que fiquei até de madrugada a ler este livro, sem conseguir interromper).
Desde o início, somos repentinamente levados e habilmente mantidos nesta história, que o autor maravilhosamente construiu em volta das emoções.
As descrições que a compõem são tão reais que, por vezes, chegam a arrepiar.
É uma obra tão tocante, que o seu término é difícil de aceitar, porque ficamos demasiado ligados a ela, a Charlie, a Sam, a Tess, a Marblehead.
Esta obra já não é novidade, dado que já tinha sido publicada em 2006. Com a estreia da sua adaptação cinematográfica – Sempre Que Te Vejo – o livro foi relançado e, graças a isso, pude descobrir este tesouro da literatura.
Não sou capaz de encontrar um ponto negativo desta obra, porque fiquei completamente rendida a ela. Aliás, pergunto-me como é que esta obra-prima nunca me chegou às mãos...
Fico agora curiosa relativamente ao filme e com vontade de regressar a esta história.
Recomendo a toda a gente, pois acredito ser muito difícil não se gostar desta admirável obra.
A MINHA CLASSIFICAÇÃO
10/10 - Obra-Prima
Etiquetas:
Ben Sherwood,
Editorial Presença,
Opiniões Literárias,
Romance
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
"Coisas do Coração" de Emily Giffin
TÍTULO ORIGINAL: Heart of the MatterAUTOR: Emily Giffin
TRADUÇÃO: Cláudia Ramos
EDITORA: Porto Editora
EDIÇÃO: Setembro de 2010
PÁGINAS: 384
ISBN: 9789720043009
SINOPSE
Tessa é mãe de duas crianças e esposa de um reputado cirurgião plástico. Apesar de todos os avisos da mãe, decide abandonar a carreira para se dedicar à família e à casa. Tessa parece ter uma vida perfeita.
Valerie é advogada e mãe solteira de Charlie, uma criança de seis anos que nunca conheceu o pai. Depois de algumas desilusões, Valerie desistiu do romance na sua vida e até, de certa forma, das amizades, acreditando que é sempre preferível e mais seguro não esperar demasiado dos outros.
Ainda que vivendo na mesma cidade, as duas personagens parecem ter muito pouco em comum, para além de um incondicional amor pelos filhos. Mas, uma noite, um trágico acidente faz com que as suas vidas se cruzem de uma forma que elas nunca poderiam imaginar.
A MINHA CRÍTICA
Foi com muita alegria que voltei a ler um livro desta autora, regressando à sua leve e simples escrita, bem como à profundidade e complexidade dos sentimentos que as suas histórias nos fazem vivenciar.
É uma obra marcante, que nos leva a uma admirável viagem à essência da vida, e que nos faz reflectir verdadeiramente sobre o amor e o perdão.
Não há qualquer dúvida que Emily Giffin tem um dom em construir as suas personagens, porque o faz de uma forma tão engenhosa e tão perfeita, que é praticamente impossível não conseguirmos imaginar aquelas pessoas, bem como os sentimentos que estão a experimentar.
Tessa e Valerie são as principais personagens desta história, mas são muito mais para além de meras personagens, uma vez que se tornam tão reais, que conseguimos quase transpô-las em pessoas que conhecemos, tais como numa vizinha, amiga ou familiar.
Foi igualmente gratificante voltar a “ter notícias” de algumas personagens como Dex e Rachel, cujas histórias já havia acompanhado em “Até que Ele nos Separe”.
É uma obra que nos prende do início ao fim, envolvida da qualidade de escrita e enredo com que Emily Giffin já nos habitou.
Recomendo sem quaisquer reservas.
Foi com muita alegria que voltei a ler um livro desta autora, regressando à sua leve e simples escrita, bem como à profundidade e complexidade dos sentimentos que as suas histórias nos fazem vivenciar.
É uma obra marcante, que nos leva a uma admirável viagem à essência da vida, e que nos faz reflectir verdadeiramente sobre o amor e o perdão.
Não há qualquer dúvida que Emily Giffin tem um dom em construir as suas personagens, porque o faz de uma forma tão engenhosa e tão perfeita, que é praticamente impossível não conseguirmos imaginar aquelas pessoas, bem como os sentimentos que estão a experimentar.
Tessa e Valerie são as principais personagens desta história, mas são muito mais para além de meras personagens, uma vez que se tornam tão reais, que conseguimos quase transpô-las em pessoas que conhecemos, tais como numa vizinha, amiga ou familiar.
Foi igualmente gratificante voltar a “ter notícias” de algumas personagens como Dex e Rachel, cujas histórias já havia acompanhado em “Até que Ele nos Separe”.
É uma obra que nos prende do início ao fim, envolvida da qualidade de escrita e enredo com que Emily Giffin já nos habitou.
Recomendo sem quaisquer reservas.
A MINHA CLASSIFICAÇÃO
8/10 - Muito Bom
Etiquetas:
Emily Giffin,
Opiniões Literárias,
Porto Editora,
Romance
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Passatempo "Margot - Estrelinha Azul"
E nada melhor que um feriado para dar início a um novo passatempo. Desta vez tenho para oferecer, em parceria com a Papiro Editora, um exemplar de "Margot - Estrelinha Azul", de Ana Paula Pinto.O vencedor será sorteado, aleatoriamente, entre todos os que responderem correctamente às perguntas colocadas.
As respostas podem ser encontradas no blog da editora, nomeadamente no post referente ao lançamento desta obra, onde têm acesso à sinopse. O passatempo decorrerá de 05 a 12 de Outubro 2010 (às 23h59), sendo que, o vencedor será anunciado no blog.
Só é aceite uma participação por pessoa e residência.
Por questões relacionadas com o envio do prémio, só serão aceites participações de residentes em Portugal (Continente e Ilhas).
Tenham atenção às regras e leiam bem as perguntas antes de responderem!
Os dados fornecidos só serão utilizados para envio do prémio.
Boa Sorte a todos!
As respostas podem ser encontradas no blog da editora, nomeadamente no post referente ao lançamento desta obra, onde têm acesso à sinopse. O passatempo decorrerá de 05 a 12 de Outubro 2010 (às 23h59), sendo que, o vencedor será anunciado no blog.
Só é aceite uma participação por pessoa e residência.
Por questões relacionadas com o envio do prémio, só serão aceites participações de residentes em Portugal (Continente e Ilhas).
Tenham atenção às regras e leiam bem as perguntas antes de responderem!
Os dados fornecidos só serão utilizados para envio do prémio.
Boa Sorte a todos!
Para participarem, utilizem o seguinte formulário de participação:
* FORMULÁRIO DESACTIVADO DEVIDO AO FIM DO PASSATEMPO *
Etiquetas:
Formulários de Passatempos,
Papiro Editora,
Passatempo,
Passatempo Margot
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